terça-feira , 27 junho 2017
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COMEÇAM CORTAR OS GALHOS

Há 22 anos que o Estado do Amapá experimenta um Governo e uma rotina desgastante, completamente sem sentido e sem resultados que justifiquem os bilhões que foram “torrados” nestes anos.
Para se ter uma ideia estamos falando de um período maior que o da ditadura militar, e que não deixa oportunidade para que quaisquer dos setores da sociedade atual possa se orgulhar do que foi feito, atestando a satisfação da população, a não ser em momentos isolados e que, pelas razões daqueles governos acabam por liquidar as esperanças da população.
Os tempos de agora estão ai para indicar que precisa mudar. Mudar para melhorar o que está ruim, mudar para devolver a esperança a um povo que não tem culpa de nada que os seus dirigentes fizeram de ruim, afinal de contas acreditaram e confiaram nas promessas que nunca se cumpriram.
O povo está cansado de olhar para os lados e não conseguir ver uma oportunidade que possa garantir que, amanhã se poderá dizer que é um novo dia.
Pessoas se profissionalizaram na política. Pessoas que nunca trabalharam em outra atividade a não ser exercer, e muito mal, o sagrado mandato que o povo lhes tem outorgado.
As decepções já não são mais contadas, tantas foram e que trouxeram variados tipos de dificuldade para uma população que cresce vendo aumentar as carências e a incapacidade de atendimento nos serviços públicos que deveriam estar em outro patamar da Administração Publica no Amapá.
As desilusões contam-se ás centenas e as satisfações são completamente “engolidas” pela forma como o povo vem sendo tratado, onde aqueles que foram escolhidos para cuidar da “árvore”, dela retiram todos os frutos e, agora começam a “cortar os galhos”.
As pesquisas indicam que a insatisfação do povo cresce na presença da incapacidade de modificar o ambiente que é apresentado pelos gestores.
O modelo de administrar está vencido, carcomido pelo cansaço e a incompetência demonstrada para transformar as promessas em realidade.
O que se vê hoje, mais uma vez, é a recriação de um Estado que não existe, onde a propaganda oficial se esmera em massificar informações inverídicas, fundadas em relações que não são verdadeiras.
As opções de gerenciamento precisam ser outras para que não vingue mais a semente atrofiada que já não dá frutos e nem cria condições para melhorar a vida da população.

Josiel Alcolumbre

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